quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Águias, pombos e abutres

Os muito jovens, na política, imaginam-se invencíveis e invulneráveis. Anseiam pela batalha, buscando certezas revolucionárias. Acreditando na nobreza de seus princípios filosóficos. Só na idade da razão percebem que o outro existe e que merece respeito. A personalidade adulta acaba entendendo que por melhor que seja um ideal, ele não vale o peso de milhões de mortes. É sinal de maturidade descobrir que as verdades são muitas e que a verdade de uma pessoa ou credo não é melhor ou pior do que as convicções dos outros homens.

Os muito velhos, na política, tendem a se assemelhar aos muito jovens. Por que é assim? Em primeiro lugar, porque quem não tem mais saúde, prazer sexual pleno, quem não mais sente todos os prazeres da vida sensorial, provavelmente dá menos valor à vida. Espera-se que os velhos alcancem a sabedoria, mas alguns tendem a substituir os antigos prazeres pela delirante sensação de exercer o poder. É também evidente que muitos homens idosos colocam o sentimento de dever para com a pátria acima do doce dom da generosidade.

Espera-se que os homens, na velhice, tornem-se mais doces, contemplativos, carinhosos. Mas muitos velhos que se mantém na carreira política são competitivos, ansiosos por glórias e querem substituir o decréscimo do vigor físico pelo machismo guerreiro.

Valorizando Idéias

O ser humano evolui a cada dia que passa, tanto em seu campo pessoal, profissional quanto no espiritual, às modificações ocorrem devido às mudanças da atualidade. Gerir pessoas nos tempos antigos era tão simples quanto se pensava, utilizava-se a forma mecanicista, bastava apenas dar uma ordem e esta era obedecida sem ser questionada.

Gerir pessoas nos tempos atuais é flexibilidade, crescimento, reflexão, estímulo, envolvimento dos colaboradores nos trabalhos da organização, entre outros, não é forçar, obrigar, podar como no passado, agora o funcionário tem sua opinião e não acata tudo que lhe é dito, uma vez que este é considerado um ser pensante, e só vai aceitar aquilo que além de ser bom para empresa, lhe for apropriado também.

É de total interesse que a "Gestão de Pessoas" continue a progredir e aborde aqueles que lhe auxiliam realmente como colaboradores. Grandes negócios surgem durante tempestades de idéias, o chamado "brainstorming", opiniões muitas vezes sensacionais, podem estar mais perto do que se imagina, dentro da própria organização e brotar através de um colaborador que teve espaço para expor sua idéia, durante uma reunião, ou até em um bate papo com a equipe de trabalho.

R$ 2008,00

A razão por que não se ouve falar em um candidato que empobreceu comprando votos é simples: nenhum corrupto vai ao banco sacar seu próprio dinheiro para sair às ruas corrompendo eleitores. Esse dinheiro vaza dos cofres públicos pelos ralos da corrupção e cai nas mãos de empresas que, posteriormente, repassam parte do produto da ilegalidade aos seus “padrinhos”, que utilizam os recursos para comprar votos nas campanhas eleitorais. Caso sejam eleitos, a reprodução do sistema estará garantida por mais algum tempo. Em outras palavras: o dinheiro que se emprega na corrupção eleitoral é do próprio eleitor, uma vez que é desviado do Estado.
ONGs inexpressivas recebem milhões em investimentos estatais e não demonstram nenhum resultado; empresas de fundo de quintal (normalmente pertencentes a parentes dos donos do Poder) celebram contratos titânicos com agências reguladoras para prestar serviços duvidosos; o marketing institucional consome vultosos recursos orçamentários e, “coincidentemente”, cai sempre nas mãos do “marketeiro” do candidato vencedor; obras públicas superfaturadas surgem todos os dias. E por aí vai... Os exemplos são inumeráveis. Seguramente, esse é o dinheiro que sustenta a corrupção eleitoral.
Use seu dinheiro (VOTO) de forma correta. Ele se valorizará em 2008.